sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

ELETRIZANTES CORPOS

Venha ao encontro/ Da nossa embriagante dança/ Dança dos endiabrados dançarinos/ Venha junto com o som/ Estridente da noite/ Chegue perto de mim/ Se esfregue/ Atice a minha loucura/ Que vou atiçar a tua/ Descomunal luxúria/ A minha boca/ Será tua.../ Abra que vou colocar/ A minha língua/ Que vai se enroscar na tua/ Os meus braços vão te abraçar/ Acariciar cada parte/ Sensível dos teus estonteantes/ Grandes e belos seios.../ Quero sentir a sensualidade/ Do teu corpo/ Grudadinho ao meu/ Vamos dançar muito/ Dançar a música dos/ Corpos enlouquecidos/ Loucos por beijos/ Que nunca terminam/ Encoste o rosto ao meu/ Dançar com o rosto colado/ Corpo colado/ Atado/ Amarrado/ Por fortes correntes// Eletrizantes/ Feche os olhos/ Vou fechar os meus/ Deixar que o desejo/ Dirija os nossos corpos/ Sedentos por gozos/ Múltiplos gozos/ Que vamos ter.../ Não pense em mais nada/ Nada pode atrapalhar/ A dança dos amantes/ Amantes levados ao/ Infinito prazer/ Prazer que nos pertence/ Pertence para sempre/ Sempre ouviremos/ Os sussurros/ Que explodem dos/ Nossos lábios/ Áridos lábios/ Convidativos lábios/ Que se abrem/ A qualquer toque/ Que convidam/ O resto do corpo/ A se entregar/ A se acabar/ Quase vamos morrer/ De tanto prazer.../ Sem nenhuma censura/ Censura que abolimos/ Que virou ebulição/ Desde que nos conhecemos// Porque no sexo/ Somos amantes completos/ Somos mestres em/ Todas as posições.../ Deixe-me jogar o teu corpo/ Para o lado/ Para cima/ Para baixo/ Quero entrar no/ Meio das tuas coxas.../ Faça o remelexo/ Mexendo as ancas/ Faça a dança das ancas.../ Vá até o chão/ Lentamente/ Agora venha/ Quero um beijo de língua/ Deixe as línguas se encontrarem/ Estão com saudade/ De se grudarem/ Ninguém vai ver/ Estão dentro de nossas/ Suculentas bocas/ Mexa as coxas/ Mexa o ventre/ Jogue o véu que tapa/ O teu rosto/ Jogando no meu rosto/ A nossa dança/ Será o gozo final/ De um amor fatal/ Total de dois alucinantes amantes/ Perdidos/ Desesperados/ Na profunda sensualidade/ No êxtase infernal/ Que o inferno/ Não é capaz de fazer/ Muito menos entender/ Porque tem medo da nossa dança/ Que só acontece/ Quando se está/ Amarrado pelo fio/ Arrepiante do prazer extremo.../

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

NA PAREDE

Vamos sair do carro/ Essa noite/ Você vai ser minha/ Não vamos entrar/ Faremos tudo na garagem/ Como dois adolescentes.../ Vamos voltar aos anos/ Que não voltam mais.../ Levante as mãos/ Encoste-se com o/ Rosto na parede/ Imagine.../ Que estamos/ Na primavera da nossa juventude/ Quando tudo era proibido/ O mistério tomava conta/ Dos nossos desejos/ A vontade de fazer amor/ O medo da primeira vez/ Vamos fazer de conta/ Que estamos voltando ao tempo.../ Hoje.../ Somos dois jovens/ Repletos de vontades/ Assim linda.../ Serás a minha mulher/ Serei o teu homem/ Que a imaginação dirija/ Os nossos impulsos sexuais/ Lá fora/ A noite é nossa cúmplice/ O frio e o silencio/ Dominam o ambiente/ Aqui dentro/ É o nosso calor/ Que controla a nossa emoção/ Não tenha receio/ Fazer amor de pé/ Numa garagem/ De um motel/ Não é vulgar/ A nossa vontade/ É maior que tudo/ Quero a tua boca/ Para beijar e beijar/ Quando cansar/ Encoste-se em mim/ Porque os movimentos/ Serão meus.../ Hoje/ Quero fazer você/ Uma saciada mulher.../ Quero beijar o teu corpo/ Por inteiro.../ Enquanto a cama do/ Quarto do motel/ Espera por nós.../ Vamos fazer aqui/ A nossa primeira vez/ Até as nossas pernas suportarem.../ O peso dos nossos gozos/ Esqueça o mundo lá fora/ Aqueça o meu coração/ Esquente o meu corpo/ Pegue a minha mão/ Manuseie com excitação/ Leve junto do teu corpo/ Beije o teu homem/ Com toda a loucura do mundo/ Enquanto a noite não acabar/ Vamos deleitar/ Amar/ Como dois prisioneiros da paixão.../ Vamos levar para o resto da vida/ Essa nossa/ Primeira vez/

sábado, 4 de fevereiro de 2017

A CASA ONDE ELE MORA

Casa velha/ No alto da montanha/ Difícil acesso/ Olhando de longe/ Luzes de todas as corres/ Misturam-se com a/ Claridade da lua/ E das estrelas/ Só entra convidado/ Convidado por ele.../ O misterioso dominador/ Sem piedade com as moças/ E mulheres casadas/ Carentes por amor e carinho.../ Repleta de teia de aranha/ Velhos caixões/ Espalhados pelos cantos/ Poeira por todos os lados/ Casa de ratos/ Morcegos/ Palco de extremos gritos/ Sussurros/ Gemidos/ Casa do prazer/ Quando a noite vem caindo/ O sexo chega junto/ Junto com a orgia/ Mulheres sinceras/ Honestas e fiéis/ Para a sociedade/ Em todas as idades/ Fazem da casa velha/ O desaguar das mais/ Profundas fantasias/ Extravasam seus devaneios/ Suas libidos/ Mantidas em segredo.../ Seus indomáveis apetites sexuais/ Moças ansiosas/ Por uma noite de prazer/ Jogam-se nas escaramuças da volúpia/ Homens casados/ Respeitáveis/ Chegam cedo/ Na velha casa/ Para fazer o que/ Não fazem em casa/ Padres/ Pastores/ Políticos/ Vêm pastorear ovelhas/ Na escuridão do sexo/ Sem nenhum limite/ Em longa esbórnia.../ Todos os aposentos/ Estão repletos de seres/ Doidos por sexo irrestrito/ Ali não conhecem fronteira/ Álcool/ Cocaína/ Tudo é permitido/ Pornografia/ Fotografia/ Onde mostra a sexualidade/ Na mais intima relação/ Ali/ É comandado por/ Um ex-cantor de boate/ Que durante o dia/ Ninguém vê/ É visto observando/ Com olhos felinos/ As mais novas moças/ Atraídas durante o dia/ Na comunidade/ Às escolhidas/ São levadas para o quarto/ Transformadas em/ Suas criadas/ Bebem o vinho da/ Juventude eterna/ Deixam de pertencer ao/ Mundo real/ Vão viver na misteriosa/ Casa velha.../ A casa da perdição/ O centro da podridão/

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

DELEITE NUM QUARTO DE HOTEL

Volúpias escondidas/ Na penumbra de um quarto/ De hotel/ Na beira de uma estrada/ Perdida nos rincões/ Silêncio nas quatro paredes/ Manchadas pelo tempo/ Bebida não me apetece mais/ Boca seca/ Imaginação voando/ Adentrando os locais insanos/ Imensa vontade/ Subindo pelas paredes/ Sentir o corpo/ De uma linda mulher/ Beijar cada parte/ Pegar nas ancas/ Dar leves tapinhas.../ Passar a língua/ Pelo corpo inteiro/ Sentir a fragrância feminina/ Deixar que o arrepio/ Tome conta/ Invada o ser/ Ser levado ao extremo/ De todos os desejos/ Que são infinitos.../ Ser dominado/ Dominar.../ Ouvir gemidos/ Abafados/ Por longos beijos na boca.../ Mãos exploradoras/ Trabalham incansalvemente/ Dedos intrometidos/ Língua passando pelo corpo/ Daquela que faz de mim/ Um escravo.../ Um devasso/ Sem defesa/ Envenenado/ Pelo veneno do seu corpo/ Não pensar no tempo/ Olhar todas as partes íntimas/ Da mulher dos meus sonhos.../ Da dona do corpo/ De um homem carente/ Gemer.../ Ouvir ais... E ais.../ Sem parar/ Música romântica/ Ao fundo.../ Bem baixinha.../ Leve.../ Que toque somente/ A porta de entrada do coração.../ Degustar a sensualidade/ Num pequeno quarto/ De hotel/ Perdido nas estradas.../ Pedir aos ponteiros do relógio/ Que não saiam do lugar.../ De preferência/ Que quebrem.../ Ou sejam/ Cúmplices/ Nada na vida/ É melhor que/ Uma noite/ Repleta de libertinagem/ Entre duas pessoas/ Ávidas por sexo/ Sem preconceitos/ Sem limites/ Deixar que tudo avance.../ Navegue em águas tranquilas/ Quarto de hotel/ Na beira da estrada/ Local adequado/ Para suavemente/ Entregar o corpo/ A uma linda mulher/ Onde ela/ Se entregue/ Sem freios/ Com mil fantasias/ Vendo/ Sentindo/ As mãos macias de/ Uma loira ou/ Uma morena/ A deslizar/ Delicadamente/ Sobre o meu corpo/

sábado, 28 de janeiro de 2017

MASMORRA DA CRIATIVIDADE

Hoje estou jogado nos poemas da noite.Não paro de escrever. O meu coração bate na direção da madrugada. Estou no balanço da boemia. Lembro de todos os momentos da minha vida. Confesso que já vivi e ainda vou viver muito. Os meus dedos não param, escrevem. Estou ouvindo música. Lá fora, a noite me convida. Reluto. Sinto vontade de sair. A imaginação de poeta vai longe. Estou preso à masmorra da criatividade. Fui condenado às intensas palavras poéticas. Não quero ajuda. A minha doença é incurável. É a doença do escritor, do poeta, do artista. Quero morrer escrevendo. Amanhecer no outro lado da vida, declamando os meus poemas para as mulheres mais lindas do firmamento...Mulheres....Mulheres...Donas do mundo... Inspiração dos poetas...

A CASA DA LUZ VERMELHA

Poemas sujos/ Poemas da casa da luz vermelha/ Sujos.../ Mas sedentos/ Ardentes/ Mas sensuais/ Com mulher que/ Vende o corpo/ Corpo cansado/ De tanto fazer sexo.../ Sexo pago/ Valor barato/ Uma cerveja/ E alguns trocados/ A mulher faz tudo/ Tudo que o freguês/ Tem direito/ Direito nunca negado/ Na rua/ Na noite escura/ A luz vermelha/ É o sinal/ Que dentro tem de tudo/ Homem casado/ Descasado/ Separado/ Odiado/ Viado/ Tem ainda/ Mulher separada/ Noiva abandonada/ Mulher desonrada/ Sapatona/ Tente não entrar/ Se entrar.../ Vai ficar viciado/ Contaminado pela luxúria suja/ Da casa da luz vermelha/ Vai bater ponto/ Quando quiser/ Tente não querer/ A casa da luz vermelha/ Vai atrás/ Quer ser visitada/ De qualquer jeito/ Vá.../ Que é melhor/ Lá é o destino/ Para quem não tem amor/ Ou para aprendiz de cafajeste/ Lá ninguém é hipócrita/ Tudo acontece.../

A AMANTE DO O LOBISOMEM

Não precisa ir para a cama/ Ninguém pode me ver/ Aqui mesmo/ De pé.../ Neste local/ Entre árvores/ Pedras/ Vamos fazer uma/ Coisa muito louca/ Aqui é mais selvagem/ Não tenha medo mulher/ Vou ensinar/ Coisas proibidas/ Sensuais/ Perigosas/ Saborosas/ Sairá totalmente possuída/ Pelos meus encantos.../ Será doutora/ Viciada em posições sensuais/ Não tire a roupa/ Levante um pouco a saia/ Baixe a calcinha.../ O resto é comigo.../ Não olhe para trás/ Você vai se assustar.../ Sou muito peludo/ Apenas sinta.../ O desejo tomando conta/ Do teu corpo.../ Não serei rápido/ Não sou coelho/ Vamos ficar até o/ Fim da noite.../ Quero que saia com/ As coxas bambas/ Tonta de tanto gozo/ Depois.../ Vá para casa/ Não deixe transparecer/ Mas volte a aparecer/ Você agora/ É a minha noiva/ Ninguém mais vai/ Tocar o teu corpo/ Estarei sempre/ No primeiro dia/ Da lua cheia.../

NÃO VOU ADORMECER SEM DEGUSTAR OS MEUS SONHOS

Ninguém prende um pensamento. Ninguém aprisiona uma alma ou um coração. O amor é livre e o gostar caminha junto com a liberdade. O desejo ...